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Quem não tem dinheiro em Angola morre |
Luanda - Publicamos na íntegra a menssagem de fim de ano a
diáspora Angolana do Reverendo Loa.
MENSAGEM DE FIM DE ANO A TODO POVO ANGOLANO
DO REVERENDO FELICIANO DE CARVALHO LOA
Estimados compatriotas angolanos em Angola e/ou no exterior,
O ano de 2007 chegou ao fim. Aproxima-se um novo ano, e com ele, novos
desafios, quer no campo politico como no campo económico e social. Um dos melhores
acontecimentos nos últimos dias foi sem sombras de dúvidas a indicação da data das
eleições legislativas por sua Excelência o Presidente da República de Angola, o que
já nos dá uma maior garantia da realização das mesmas, o que nos permitirá pôr em
ordem os nossos programas, enquanto aguardamos pela convocação oficial das mesmas. Não
podemos deixar de felicitar o Presidente da República pela coragem politica em abrir
caminho no sentido de que os angolanos sejam donos do seu própio destino, ao permitír
finalmente em 2008 a hipótese da democratização de Angola.
Gostaríamos de aproveitar esclarecer que não concordamos com a realização das
eleições legislativas e presidenciais em separado. Não faz sentido, uma vez que será
muito mais dispendioso do ponto de vista financeiro, e o país já apresenta problemas
muitissímo graves cuja resolução implica dinheiro, pelo que, consideramos um acto de
"luxo na miséria" a realização das eleições separadamente.
Exquibilidade do nosso programa político alternativo Há quem nos já interrogou,
"aonde vai buscar Rev. Loa, tanto dinheiro"? Angola , não necessita
obrigatoriamente de tanto dinheiro. Nós necessitamos sim de pensadores, com ideias
renovadoras e criativas. Políticos com boa vontade de servir o nosso país e não para se
servirem. Riquezas temos, é necessário que estas riquezas sejam bem geridas em beneficio
de todos os angolanos.
O que leva um cristão como Reverendo Loa querer envolver-se na Política?
Basicamente é o desejo de fazer algo pelo povo angolano. O Reverendo Loa acredita que nos
dias actuais a maioría dos angolanos já não se revê nas politicas dos três partidos
históricos de Angola: o Mpla, a Unita e a Fnla.
Para muitos angolanos o nome destas três organizações provoca sentimentos amargos, e
lembranças não muito agradaveis. Angola precisa de uma quarta via capaz de significar
algo de valor para este povo e este país. O Reverendo Loa toma sobre sí este desafio e
pretende liderar a ALIANÇA NACIONAL capaz de fazer a viragem politica em 2008.
A Dignidade dos angolanos hoje A dignidade de um povo em termos universais se mede
através das condições de acesso aos meios básicos de vida. Viver condignamente
significa viver em casas apropiadas, ter acesso á saúde, á alimentação e ao
vestuário, escola, trabalho, e segurança social. Estas são condições fundamentais
para uma vida digna e são os pilares do desenvolvimento de um país como nação. Que
dizer dos angolanos?
A Independência nacional que tivemos em 1975 em Angola, ainda não representa a liberdade
e o acesso aos beneficios dos recuros naturais para a maioría dos angolanos. Os angolanos
de verdade não se beneficiam desta independencia ficticia para a maioría, mas verdadeira
apenas para uma minória que se apoderou do poder em 1975 e dos seus amigos. O direito á
terra ainda não é para todos. O angolano actualmente vive como estrangeiro na sua
própia terra.
Actualmente, apenas uma minória se constituíram milionários com o aproveitamento das
receitas do estado; há distribuição de casas, carros, campos de cultivo, fazendas
deixadas pelo colono português, campos de exploração de diamantes, empresas e fábricas
nacionalizadas etc entre aqueles que compõem a chamada elite angolana. Muitos destes
vieram de familias pobres e do dia para a noite ficaram ricos. Em contraste, o povo
angolano no geral está cada vez mais pobre, sem acesso á saúde digna, sem garantias de
formação, sem emprego, sem abrigo e sem dignidade na sua própia terra.
Desconhece-se em Angola os critérios oficiais de enriquecimento e de distribuição de
riquezas, dos direitos de cada um, até mesmo de oportunidades, durante os trinta e dois
anos que o Mpla governa Angola.
O que se pode esperar de Angola sob a liderânça do Reverendo Loa?
A (re)definição do conceito de "NAÇÃO" em Angola Caso seja eleito, o Rev.
Loa pretende constituír um conselho nacional com a participação de todas as forças
vivas da nação, para a discussão e ratificação do programa de acção do seu governo
alternativo para a reconstrução nacional, sobre a questão dos símbolos nacionais para
representar a verdadeira identidade(cultural)angolana, e para a aprovação de uma nova
lei fundamental do estado angolano.
Novo Conceito Nacional de Distribuição de riquezas O Rev. Loa, pretende combater a
pobreza e a miséria que aflige a maioría dos angolanos, para tal Angola carece de um
Conceito Nacional de Distribuição de riqueizas para todos, e para isso existe já um
plano definido de acção imediata nos seus primeiros 2 anos de mandato, caso seja eleito.
O Rev. Loa tem um conceito justo de divisão e distribuição das riquezas do País, pelo
que, está apostado em fazer com que os angolanos deixem de viver (só) de promessas
vazias.
O Rev. Loa pretende dar oportunidade a todos os Angolanos de serem ricos no seu país, com
uma vida digna,(vejam o exemplo do Dubai, que é tão rico quanto Angola) ao invés de
apenas uma minoria ser rica.
O Rev. Loa, vai apoiar um programa nacional que permita que todo angolano que queira ser
empresário receba apoio absoluto do estado angolano(isto servirá para equilibrar as
desigualdades socio-económicas que se verificam até hoje entre os descendentes dos
portugueses e seus filhos, em relação aos angolanos da Angola profunda, os autóctenes.
Um programa de ação centralizado no homem (e mulher) angolano O Reverendo Loa tem uma
visão humanista para os angolanos. Ele pretende resolver os problemas básicos do povo, e
entre estes destacam-se:
Devolver a dignidade aos angolanos, para que sejam eles os primeiros a se beneficiarem das
riquezas da sua terra.
A reposição da justiça e de igualdade para todos sem discriminação
politico-partidária, regional, raça ou religião de cada um é um dos pilares da
politica do reverendo Loa.
A criação de um estado federal para Angola, fundamentado na base dos valores cristãos,
que permita descentralização do poder, e valorize a cada região para que os próprios
nativos(os originários destas regiões) ajudem a desenvolver melhor as suas áreas e os
seus interesses locais, sem pôr em causa a unidade nacional.
A promoção da política de um programa de indemnização nacional para compensar os
angolanos dos traumas da guerra que lhes foi imposta. Este programa de indemnização
abrangente visa permitír que os angolanos tenham condições de reconstruír as suas
vidas após a guerra fracticida que assolou o nosso país.
O programa de reconstrução nacional que defendemos para Angola baseia-se na estratégia
politica de um projecto nacional a que designamos de "Projecto-Construír", que
alberga as politicas essênciais de reconstrução e desenvolvimento para Angola.
Pretendemos apresentar e discutír este programa num fórum multipártidario nacional,
após as eleições de 2008. Este projecto visa essêncialmente:
Urbanizar o país, criando infra-estruturas dirigidas, tanto nas cidades como nas aldeias,
criar condições de abastecimento de água potável, expandír as redes telefónicas e a
energia eléctrica; a água potável, a enérgia electrica, bem como outros bens básicos
de consumo serão considerados como direitos fundamentais da vida de cada cidadão e
deverá ser uma obrigatoriedade do estado angolano prover aos seus habitantes destes bens
básicos.
(Nós não concordamos com a construção de chafarizes em bairros e municipios do país,
em detrimento do fornecimento de água nas casas de cada familia de angolanos; julgamos
ser obrigaçao do estado criar as condições para que o povo deixe de continuar a ter que
ir buscar água em chafarizes, muitas vezes esperando horas em filas("bichas")
para consseguír um balde com água).
Nós defenderemos a construção de casas para todos, assegurado pelo novo Estado angolano
que queremos criar em 2008. Temos acompanhado que neste momento só recebe créditos os
que são chegados ao Mpla. O resto do Povo está entregue á sua sorte. Pretendemos mudar
este quadro se nos for dada a oportunidade para tal.
Priorizamos a construção de estradas, auto-estradas, caminhos de ferro, vias marítimas
com frotas de embarcações de passageiros a nível nacional, linhas aéreas em todo o
país, com aeroportos capacitados de suporte do tráfego nacional competente. Estabelecer
em todo o país, linhas de transporte Públicos e serviços de taxis para que o cidadão
deixe de viajar e/ou circular em camiões ou comboios apinhados de gente, sem espaço para
si e para a sua mercadoría. Somos peremptórios em afirmar que quando falamos em
construção de estradas e auto-estradas queremos dizer que o nosso programa é a nível
nacional e não apenas abrangente num raio de 1.500 Kilómetros de estrada e no fim dizer
que estamos a construír estradas no país.
Saúde e segurança social:
O Rev. Loa acredita que, enquanto em Angola não tivermos presidentes que frequentem os
hospitais do país, mas que ao invés disso se vão tratar no estrangeiro,(ao invés de
investír com seriedade na construção de hospitais modernos e na formação de quadros
médicos qualificados) nunca em Angola teremos um sistema de saúde eficiênte.
Criaremos com urgência, hospitais universitários ou "uní-clinicas" em todo o
país, não só para formação dos Jovens angolanos, mas também para garantir o
desenvolvimento da investigação ciêntifica, para o melhoramento da qualidade de
assistência médica nacional, que será ligada a Industria farmacêutica que pretendemos
erguer em Angola.
Pretendemos colocar em cada aldeia ou arredores Postos médicos modernos e adequado para
atender as necessidades urgentes e com regularidade. Também é imperioso que cada que
província do país, possua centros hospitalares e "uni-clinicas" de todas as
especialidades.
Dizem que a saúde é gratuita mas no fim de contas, quem não tem dinheiro em Angola
morre. Será prioridade do nosso Governo de Mudanças em 2008, um Sistema de Saúde
Público gratuito no sentido verdadeiro da palavra, digno e moderno para todos, que será
assegurado pelo Estado Angolano com os lucros de Petróleo e dos diamantes de Angola.
Devo acrescentar que o combate cerrado que pretendemos contra o lixo, contra a água
estagnada, a luta contra os mosquitos, contra outros insectos contagiosos, contra a poeira
na cidade capital e não só, também a promoção nacional de plantação de árvores e a
criação de zonas verdes, será priorizada com a mesma dinâmica com que devemos combater
a fome e a miséria em Angola.
Ambicionamos a construção de centros sociais de acolhimento e
assistência de velhos da terceira idade em todo o País, sobretudo para aqueles que não
têm quem os cuide.
Os diminuídos fisicos, os mutilados de guerra, todos antigos combatentes sem distinção
inclusive os ex-soldados búfalos e suas famílias, as verdadeiras vitimas da guerra,
usufruirão de um sistema social de assistência especifica a nível nacional.
Todos estes, incluíndo os estudantes beneficiarão de um cartão Individual, não só de
assistência social, mas também de livre transito nos meios de transporte públicos que o
novo estado que pretendemos erguer se esforçará em colocar ao serviço do povo.
Os estudantes e os alunos estagiários beneficiarão de dinheiro do estado ou bolsa de
estudos, com o direito a casa de estudante que será da responsabilidade do estado
angolano. Os beneficiários desta bolsa interna serão não apenas alguns, mas todos os
jovens angolanos sem meios financeiros suficiêntes, sem discriminação de algum tipo.
Os Jovens de 15 a 30 anos de idade, que não puderam estudar durante a guerra,
beneficiarão de um Programa especial de ensino acelerado. Bem como de formação
profissional, para contrapôr as lacunas deixadas pela guerra ou outros factores sociais.
O direito a trabalho após formação é uma garantia que será dada pelo estado Angolano
que pretendemos erguer. Defendemos que, quem não tiver trabalho, o Estado lhe deve pagar
um seguro social de desemprego(as despesas deste seguro serão extraídas das receitas dos
diamantes bem como dos impostos arrecadados pelo Estado angolano).
Também promoveremos uma politica de alfabetização nacional para todos, com a meta de
até 2028 não haver em Angola analfabetos com menos de 80 anos de Idade.
Estamos também apostados na criação de uma cultura de estabilidade politica, económica
e social e assim fazer de Angola um oasís de asseguramento de capitais para investimento
estrangeiro e nacional nunca visto em África. Para que Angola consiga a máxima
confiança não só dos Investidores estrangeiros, mas também dos investidores nacionais,
julgamos ser necessários a criação de um clima que permita que o nosso país seja um
ninho de depósito de capitais nacionais e estrangeiros e também fazer dele um país
interessante para se viver no mundo.
O Petróleo angolano, não será a nossa aposta económica para a garantia da política
energética nacional. Apostaremos nas enérgias renováveis, como a foto-voltaica.
O sistema solar, o gás e o sistema hidroeléctrico, serão a nossa aposta para o
desenvolvimento do sector energético do futuro.
Temos uma política de criação de auto-suficiência alimentar para Angola que prevê a
modernização da nossa agricultura nacional. Angola nos próximos cinco anos, sob a
liderança do Rev. Loa, terá a aposta de ser exportador de bens alimentares para o resto
da África. O nosso objectivo é fazer de Angola uma potência exportadora de productos
agricólas, o que garantirá a nossa auto-suficiência alimentar. Por considerarmos esta
uma das áreas mais vitais para o nosso crescimento ecónomico, pretendemos investír nela
massivamente, porém de maneira dirigida e direcionada logo após a nossa vitória
eleitoral.
Isto significa que teremos que investir activamente nos nossos agricultores locais,
através da formação de novos quadros para este sector e através da (re)capacitação
dos quadros antigos. Deverá ser tarefa do estado angolano apoiar os camponeses angolanos
com os meios técnicos necessários para a execução do seu trabalho.
Imigração:
Temos também um programa eficáz de combate á Imigração ilegal, visto que
considerámos que a imigração ilegal em Angola está entre os grandes problemas no
país. Pretendemos combater isso através de politicas bem estudadas que visam por um lado
desestimular a imigração ilegal, e por outro lado, (re)integrar os imigrantes
legalizados na sociedade angolana(programa de integração de estrangeiros), que
acreditamos sermos os únicos em Angola com um programa semelhante.
Sobre a promoção da mulher e o conceito de família O Rev. Loa tem um conceito bem
definido sobre "familia angolana" que enquadrará também a mulher angolana
(jovem, adulta,mãe ou solteira, sem esquecer as viúvas)e velará pelos seus direitos e a
sua emancipação na sociedade angolana. Como exemplo: prevê enquadrar pelo menos 79% da
mulher angolana na função Pública do novo estado que preconizámos.
Sobre as Igrejas em Angola O Rev. Loa prevê a criação de um "Ministério Para os
Assuntos Religiosos", que se ocupará do apoio social, espiritual e psicológico ás
vitimas da guerra e de apoio financeiro concreto às Igrejas legalizadas pelo estado, bem
como a fiscalização, controle, enquadramento ou proibição de muitas igrejas com
objectivos obscuros no país.
Sobre os angolanos na Diáspora:
O Rev.Loa tem um Programa de apoio imediato para todas as familias angolanas no
estrangeiro, que queiram regressar para o nosso país. Também apoiará projectos de
angolanos que vivem ou queiram viver no estrangeiro, desde que os mesmos projectos
beneficíem primeiramente Angola e ajudem a reconstruír o país arruinado pela guerra. O
Rev.Loa tem também um Programa concreto que visa a concessão de créditos a todos
angolanos que apresentem um projecto de investimento no país e que dê emprego (trabalho)
a outros angolanos.
Intercâmbio sócio/Cultural:
O Rev. Loa prevê ainda apoiar e promover a cultura de educação cívica dos cidadãos
angolanos, permitindo-lhes pelo menos uma vez por ano fazer uma viagem com o apoio do
estado angolano para o estrangeiro, para que os angolanos possam conhecer também a
maneira de viver de outros povos e acompanharem o desenvolvimento das sociedades
desenvolvidas, que são dirigidas com maior transparência política e com
responsabilidade nacionalista.
Angola será constituído um país de atração turística em África:
A beleza natural das potencialidades angolanas, se bem geridas, são suficiêntes para que
o angolano viva só do turismo, sem que haja necessidade dos seus recursos minerais.
O Rev. Loa pretende fazer destas potencialidades naturais uma fonte inesgotavel de
receitas para o estado angolano.
Estas são as linhas essênciais do programa politico alternativo que defendemos para
2008. No devido tempo iremos paulatinamente apresentando mais pormenores do nosso
programa, mas para hoje é tudo.
Diferentemente de muitos politicos, o Reverendo Loa sente o sofrimento do povo e quer
realmente implementar o seu programa se tiver a oportunidade; pelo que, não se tratam de
"promessas utópicas". Para você que abraça ideias novas contamos consigo!
O Reverendo Feliciano de carvalho Loa e a sua equipe de apoio aproveitam o ensejo para
desejar a todo povo angolano FESTAS FELIZES e um ano novo próspero e de saúde. Que o ano
de 2008 seja o ano "dos angolanos".
A paz de Cristo e de Deus-Todo-Poderoso esteja convosco!
Luanda, aos 30 de Dezembro de 2007
inforeverendoloa@web.de
Fonte: Club-K.Net